Arquivo da categoria ‘Pessoal’
Passeio a Piatã
como todo ano, um passeiozinho pra lá.
Fotos estão no meu flickr.
divirtam-se.
=)
esse ano com as presenças ilustres de Damodara, Bibo e não lembro o outro o.o” desculpa >_<”
Vendo Powerbook G4
Usado, obvio. =p
Especificações.:
Processador G4 de 1.66 ghz
1 gb de RAM
128 mbs de video, placa ATI
100 gbs de HD
Monitor de 17″ (pelo menos eu acho que é 17″, é maior que o de 14 com certeza.)
Sistema Operacional OS X, 10.4 (com os 2 dvd’s de instalação inclusos)
Bluetooth, Wireless, Placa de Rede embutidos.
Bateria nova, com 2:30h de utilização fora da tomada.
$2,100 reais.
no Mercado Livre, um com configuração pior está por 2,750.
Surpresa boa.
E hoje , assim sem mais nem menos, chega robinho com três pacotes amarelo-pardos na mão, dizendo ‘Negão, lembra que me emprestou isso aqui a uns 3 anos atrás?’
minha coleção de filmes do guerra nas estrelas, que eu nem lembrava que existiam, voltaram pra minha mão assim do nada.
bom =)
agora falta lembrar pra quem emprestei os outros filmes.:
que tem tanto tempo que emprestei que nem lembro mais quais são.
Sapateia Nordeste
Alguns sabem que irei me apresentar pela Casa de Sapateado Rachel Cavalcanti no sapateia nordeste que irá ocorrer próximo dia 5, as 20h no Teatro Módulo, eu apareço menos de 5 minutos, tá, na verdade 7minutos e meio. mas ainda assim, eu estou no teatro @_@
há.
virei artista.
Emily Bear
Mãe do céu, eu queria saber tocar piano como mozart…
Agora eu quero saber tocar piano como Emily Bear
Sobre a Imobilidade.
Eu ontem ganhei um hematoma.
presente de despedida de dois meninos de aparentemente 14 anos
que pularam em cima de um senhor de cabelos brancos,
Todos que estavam perto sairam pra que não sobrasse pra eles, inclusive pessoas que teriam capacidade de dar uns cascudos nos 2.
não sou herói de ninguem, mas pulei em cima do que segurava o velho enfiando a mão em seus bolsos tentando tirar algo dele.
em cima não, pulei em baixo.
não tem gente que resiste a um chute no saco.
o outro correu,
o velinho me agradeceu, eu paguei uma coca pra ele, e provavelmente nunca mais vamos nos ver na vida,
mas caceta, temos que aprender a agir mais e parar de pensar tanto na individualidade.
Quanto tempo leva-se para conhecer alguem?
A forma como eu me visto, saio, brinco e convivo é um pouco diferente para alguns, eu não tenho medo de fazer o que quero,como quero, e aonde quero, mas ainda assim sem perder o controle (já perdi, mas de cabeça, que eu consigo lembrar só uma vez) sendo que o que quero fazer normalmente também é o que outros querem fazer após alguma dose. Ora, o alcool não dá novas vontades, apenas ajuda a quebrar as barreiras auto-impostas. “Você é maluco, faz isso sem beber” é uma das frases que mais escuto, ou por chamar amigos pra me ajudar a limpar o quinta (com um “Hm… Acho que … Não.” de hod) ou ir pra a praia a noite sozinho pra ficar olhando a lua (ou por carregar nicole e coloca-la em cima do palco no meio de um show, but, anyway)
Pouco tempo depois de ter voltado do canada, na uma festa de aniversário, escutei de alguem que acabava de conhecer “Ah, você é tomaz, já sei tudo sobre você”. minha orelinha pulou pra cima nessa hora. “Sabe como? se nunca convivemos?” pensei. mas disse “É? legal =) “, e fui me juntar ao povo jogando na mesa. no fim do dia, decepcionado ele disse que eu era diferente de como tinham descrito.”e como tinham descrito?” – “Completamente doido, sem noção, alegrador de festas, e o melhor, não precisa beber pra isso.”, bem, ele acertou, sou exatamente isso. Mas quem conta o ponto, aumenta um pouquinho, um pouquinho que por si só não tem problema. mas vai juntando, juntando, juntando até explodir E explodiu alguns meses depois da festa. Pessoas do grupo de festas me tratando com indiferença (se tem algo que odeio, é isso) Botei uma amiga na parede
- “Estranha comigo porquê? ¬¬”
- “Você ê acha que só porquê já foi pra cama com várias mulheres pode tratar as outras mal.”
- “e… com quantas mulheres eu já fui pra cama?”
- “Não sei, várias.”
- “u_u não, eu só fui com duas. uma minha namorada e outra uma amiga, quando eu tinha 16 anos, tenho 23. faz a conta.”
- “O_O”
- “pois é.”
- “Pensei que fossem várias, pelas histórias que contam de você…”
Gotha. Histórias. tudo bem, todos caem em alguma uma vez na vida. não foi a primeira que criaram sobre mim, nem será a ultima. procurei as pessoas envolvidas e rodei o programa de controle de dano. isso tinha um pouco mais de ano que nos conheciamos. não conhecia bem pelo visto.será que um tempo a mais funciona? pelo visto não, expldodiu de novo:
- “Tomaz, você tem que deixar de ser tão invasivo.”
- “E quando eu fui invasivo?”
- “Quando você foi no prédio de alguem que não gosta de você e tocou todas as campanhias procurando pela dela?”
- “E… isso aconteceu quando?”
- “um tempo atrás.”
- “que tal… Nunca aconteceu?”
- “O_O”
- “pois é.”
- “Ah, mas todo mundo te acha invasivo.”
- “Me dá outro exemplo”
- “Quando você foi on orkut de uma amiga minha e respondeu uma duvida dela.”
não sei quanto a quem estiver lendo isso, mas eu gostaria que pessoas entrasssem no meu orkut para me tirar alguma duvida sobre uma questão que eu estudei mas não entendi, sem cobrar por isso, nem pedir pra ser amiguinho por ter feito isso. só tirar a duvida e sumir da frente com um ‘tenha um bom dia’, e caso a pessoa queira algo depois, venha procurar.
mas o “todo mundo te acha invasivo” me incomodou. e incomodou bastante, mesmo sabendo que o “todo mundo” se referiam a umas 4, 5 pessoas do grupo, então fui procurar outra pessoa do grupo e perguntar.
- “Me diz, você me acha invasivo?”
- “Eu acho o que todo mundo acha.”
- “e isso é … “
- “Que você é invasivo.”
- “Pode me dar um exemplo?”
- “Quer exemplo melhor do que a viagem pra floripa?”
usar um exemplo que você não esteve presencialmente não é uma boa.
- “… Na viagem de floripa eu tava morrendo de tédio por não poder fazer nada, nem conversar direito com as pessoas da casa, isso é o oposto de ser invasivo, isso é ser conformista com a situação delicada em que tinha caido sem querer, fui pensando encontrar gente legal, e encontrei uma chata completa.”
- ” Então na fezta que você ficou perseguindo uma menina que você sabe que não gosta de você.”
usar DE NOVO um exemplo que você não esteve presencialmente não é uma boa.
- “Fazer uma piada de manhã dizendo que quero compra-la com 100 camelos, e uma a noite com 10 camelos é perseguir?”
- “Ai véi, deve ser você então. hohoh”
- “Sendo sincera, você já me viu , de ver com seus olhos mesmo, eu fazer algo que você disse que fiz?”
- “Não, mas…”
paro o dialogo por aqui, “Não”. não viu. ouviu histórias. acreditou nelas por eu ter fama de faz o que dá na telha. em pouco mais de 2 anos de convivencia com esse grupo, e não me conhecerem ou saberem quais são os meus limites ao ponto de achar que eu faria algo que certamente não faria me mostra que não eram amigos. Eram conhecidos de festa. (e realmente, pensando um pouco agora, a maioria das vezes que os vi, foi em festa). Existem pessoas que eu gosto dentro de vários grupos de festa, mas todos dão problemas como esse vez ou outra. As pessoas que gosto mesmo e quem faz questão de minha amizade não iria cair nisso, ou pelo menos, viria a mim conversar sobre, antes de ficarem comentando, aumentando, modificando, distorcendo o que eu faço entre si.
Sim, estou de mal humor.
Passando um tempo a limpo.
faz tempo que não bato os dedos no teclado sem um motivo especial pra isso, coisa que estou corrigindo agora.
vou falar para vocês como foi meu dia.: normal.
acordei tarde, de preguiça, preguiça mesmo, meu pai (Pernas…) me chamou as 6:45 pra levantar, e acabei só me levantando as 8. Meio lerdo e com joelhos pulando sem querer, como toda manhã quando eu demoro de levantar.
olho pra meus braços com tédio e penso que deveria me jogar no chão pra fazer uns levantamentos de corpo.
só penso.
vou me arrastando até o banheiro e fico admirando meu rosto no espelho procurando por espinhas para serem espremidas.
não que eu goste de espremer espinhas, é só um ritual que faço toda manhã. sim, toda manhã eu paro por uns 10 minutos na frente do espelho para olhar espinhas em meu rosto, e espreme-las, coisa que não consigo, já que sempre me falta coragem pra tal ato nefasto.
quando consegui me livrar do espelho, ainda arrastando de preguiça, fui comer alguma coisa. comer não é o termo correto, eu simplismente engoli alguma coisa. nem gosto senti, estava atrasado, sabia disso, mas alguma coisa em meu organismo me impede de ser mais proativo as 8 da madrugada.
joguei as sandálias no pé. “tomaz, porquê você não vai de sapatos? ah, lembrei, eu não tenho sapatos.”
Chego no trabalho com uma hora de atraso, mas sem problemas pois ainda não tenho nada real pra fazer,
trabalho de hoje.: testar um joguinho de criança feito em flash.
resultado do teste.: quebrei completamente o jogo em menos de 5 minutos.
não, não acho que sei testar programas bem, mas sei quebrar eles de forma rápida.
me atrasei no trabalho para a faculdade montando uma tela do proximo programa sensacional que pretendo fazer.
sensacional pra mim, pois todo o resto da sala que foi perguntada se queriam fazer alguma coisa daquele trabalho recusaram prontamente, enquanto meus olhinhos brilhavam em um misto de gozo e desespero.
o trabalho consiste em fazer com que pontos sejam ligados por linhas. “duh”. é, um “Duh” que já tá com mais de 4h sendo feito e até agora não tem nenhuma linha escrita, porquê o retardado aqui ficou apenas discutindo o que queria na interface grafica.
pelo menos é uma interface grafica bonitinha.
enfim, quatro horas e 8 ligações não atendidas do meu pai depois pego o carro e vou pra faculdade a tempo de pegar a ultima aula das 3 de Pesquisa Operacional, provavelmente eu perca nessa matéria, embora seja o unico a fazer um programa de implementação do assunto que o prof. passou… Tenho que focar minha atenção em alguma coisa melhor que pernas femininas no meio da aula. Tá, eu sei que não existem pernas femininas dentro da sala de computação, as unicas duas pessoas do sexo feminino lá dentro são seno e cosseno, você pega cada uma, eleva ao quadrado, soma e dá só uma menina. As pernas estavam em minha mente. Pernas… Pernas… voltando, antes que comece a divagar denovo, roubei o piloto vermelho do professor,
acho que sou cleptomaniaco em relação a coisas vermelhas. Pernas… Tédio, Pernas e tédio, intervalo de aula, liguei pra algumas pessoas. meu deus, o que houve com o mundo? Todas as quatro pessoas que eu liguei estavam baixastral.
isso só tem 2 significados pra mim: 1 – estão realmente baixastral, ou 2 – Tomaz está chato pra sair com as pessoas.
prefiro não achar que o dois está correto. Sinal bate, aula de programação orientada a web. fico conversando com o professor o tempo todo até chegar a hora de sair daqui correndo pra ir comer pizza com talita.
Alguem ai quer pizza?
Pra quem gosta de analizar sonhos.
Se eu conseguisse me lembrar direito como começou, meu dia talvez fosse mais fácil. afinal, passei mais de metade do dia tentando. lembro flashes, … um gato miando na cama, cachorrinhos latindo no quinta, mãe voltando pra piatã, levanto. algumas pessoas na casa, que eu sei que conheço, mas não me recordo (as pessoas, não a casa, e não, não tem como ser mais vago nisso). eu estou só de bermudas, e não entendo realmente o quê da conversa. Tinha acabado de acordar, e as pessoas estavam falando embolado, como se a voz estivesse flutuando pela sala.
Peguei as chaves e sai. era uma noite bonita, a lua brilhava tanto que parecia um pequeno sol, e embora não houvessem nuvens, o céu estava sem estrelas, em um negro - azulad, com uma lua como o sol de meio dia, e eu ia sozinho ouvindo somewhere over the rainbow.
os carros que trafegam estão com os faróis desligados, e cones de trânsito usados pela policia espalhados pela estrada do coco. motos e carros passando de forma alucinada, quebrando a barreira policial imposta pelos cones. na altura da torre de pizza, policiais fardados de preto, com pele negra (não negro – africano, e sim negro – betume) e boina sem nenhuma identificação param meu carro. vou conversar com eles pra saber o quê daquela transgressão ao direito de ir e vir, mas nada consigo escutar, e vanessa da mata ecoava em minha cabeça (sim… cantando somewhere over the rainbow.). Vejo algumas pessoas entrando no meu carro, grito algo como se fosse adiantar, e saio correndo, pulo em cima do carro, mas não consigo com que eles parem.
Entro em outro carro que estava saindo, uma menina japonesinha é assustada com minha chegada repentina, peço desculpas, mesmo sabendo que não adianta muito. eles estão indo (mesmo sem que eu tivesse pedido) na mesma direção que foi meu carro roubado.
Coração bateu rápido quando os dois carros pararam na minha antiga casa, atrás do impacto e embora fosse a mesma casa, com todas suas igualdades, também era diferente, mais entradas, sem mudos, campos imensos de capim e feno, e… sons de tiros. – “Que merda foi essa que me meti?” – entrei na casa correndo, não era uma casa grande, um dois quartos, banheiro e cozinha tipico de casinhas fofas pequenas. Logo que coloco o pé na casa, um dos Soldados de pele de betume aparece com uma arma na mão, uma espingarda antiga, parecida com a que os ingleses usaram na primeira guerra. aquelas de `atira, puxa manivela, rearma, atira`, ele parou e me ofereceu a arma. “Não quero. ” digo meio assustado. “Mermão, os franceses estão atacando”. vi uma rajada de balas atingir a parede. o soldado joga a arma no chão, corre pra uma trincheira dentro da casa e fica de lá matando franceses, e grita “Se não quer, morre logo então”. bem, eu não queria morrer, mas também não queria matar pessoas. mas o quê fazer? peguei a arma e me escondi atrás de uma pilastra, esperando algum frances aparecer.
Sempre que um frances aparecia na minha zona de tiro, eu tentava atirar na arma dele, e não nele, de 20 tiros que eu tinha na minha arma , devo ter conseguido acertar uns 6 nas armas francesas, e o resto foi pra o chão ou pra o ar. fiquei sem balas, bombas explodindo, tiros mais proximos, pânico. saio correndo para o curral dos cavalos, me escondo ali, tremendo na parece. Vejo a bota de dois soldados franceses se aproximando pela fresta da parede, olho para os lados, pilha de esterco. Pulo dentro e me escondo.
Os ssoldados se aproximam da pilha, sentam e conversam, nada que eu entenda, não falo francês e não estava suficientemente em paz para tentar traduzir. tentando não tremer continuei ali , respirando pela boca pra evitar o cheiro, os soldados se levantam e saem. e eu continuo dentro da pilha de esterco, tremendo e não querendo sair.
…
Eu fui num show da Pitty.
Mas… Mas… Como assim Bial?
Pois é, eu fui num show da Pitty.
E quer saber, eu até gostei.
Estava em casa jogando meu tempo fora, quando Yuri me avisa pelo msn
`Quer ir pra o show da Pitty?
e ai, olhei pra um lado,
olhei pra o outro.
`quero.`, me certificando que não tinha ninguém no quarto pra rir de mim.
`Que horas será?` indaguei, com preguiça de ir ao google.
`as 4h. esteja pronto as 2:45, que passo próximo a sua casa e pego-te`
pô, 4h? isso é horário de show de criança.
enfim… *toma banho, se arruma, briga com mãe que não vai botar perfume coisa nenhuma. briga com mãe que borrifou perfume enquanto estava distraido*
telefone toca. Yuri.
`artur tinha me falado o horário do show errado, será as 17h`
como assim errado? não é normal ficar errando o horário de show assim. enfim, voltei ao meu tédio inicial, esperando dar 4:15 pra ser pego próximo a minha casa.
fui andando, pegaram-me.
fomos via paralela porquê é mais rápido u_u
chegando lá, descubro que um amigo faz parte do fã-clube oficial de pitty. *uma sobrancelha levantada*
`como assim Futebol Clube Pitty SSA?`
`Fã Clube Pitty SSA`
`Ah.` – olhar de tédio.
entrei na concha.
eram mais ou menos 5:30, e nada de começar, mostrei o celular pra yuri com um pouco de raiva.
`Foi o artur que disse`, se defendendo.
Mostro o celular pra artur com um pouco de raiva.
`Ah, o show começa as 6:30, só falei as 5 pra yuri pra chegarmos cedo.`
OMFG! RTFM! GNU/HURD! EMACS! GNOME! e outros palavrões de baixo calão pensados, mas nunca ditos.
só um `Você é um safadinho ¬¬`
Ah, esqueci de falar da agua.
mas depois falo dela.
fiquei então aproveitando o tédio e escutando pink floyd em reggae que estava tocando nas caixas de som super potentes da concha.
quando deu quase 7h, entra Dr. Cascadura, que não é mais Dr, teve o diploma caçado, e virou só Cascadura. aparentemente vão lançar um clipe ai dia 7 ou algo assim, mas não lembro aonde, usei o papel que eles tinham dado pra fazer uma bolinha amassada. ahá.
mas foi legal o show deles.
e pitty estava assistindo – os sentada em cima da caixa de som.
super true metal.
acabando o show deles, meia hora trocando equipamento, testando, pessoas chegando, pessoas saindo.
pitty entra. metade do show ao delirio. a outra metade pareciam ser os namorados ou pais das que estavam indo ao delirio.
o primeiro pensamento que me veio foi …. Belas Cerejas.
enfim, ela cantou, chamoou amigos, cantou com amigos, botou um monte de menininhas com vergonha na frente do palco, e … foi legal. curti as musicas, ela canta chico buarque, qualquer pessoa que canta chico buarque merece respeito.
os outros que foram comigo disseram que ela sempre faz os mesmos gestos, movimentos nas mesmas partes da musica, mas, como tinha sido meu primeiro show da pitty, Eu gostei. e cabou.
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